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18/06/2011 | 09h22m Antero chama adversários de aloprados

Por Edivaldo de Sá   

Explicação



O senador Pedro Taques (PDT) se manifestou ontem sobre a informação, divulgada primeiro no Diário, de que foi o campeão de gastos da verba indenizatória este ano, entre os senadores do Estado. A um site de Cuiabá, Taques explicou que os maiores gastos são relativos ao aluguel de um escritório em Cuiabá. Despesa que, segundo ele, Jayme Campos (DEM) e Blairo Maggi (PR) não tiveram porque têm patrimônio suficiente para possuir salas de escritório. (Diário de Cuiabá)



Sorriso

 

O Gaeco vai não confirmar, mas a operação que resultou na prisão de três vereadores e uma empresária de Sorriso pode ter sido precipitada por uma entrevista concedida esta semana pelo secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo da cidade, Santinho Salerno.

 

Sorriso 2

 

É que quando as gravações dos pedidos de propina contra o prefeito vieram a público há alguns meses, imaginava-se que os grampos haviam sido obra do próprio secretário e do prefeito Clomir Bedin.

 

Sorriso 3

 

“Gravei, sim, com autorização do MP. E quem instalou o equipamento em mim para fazer as gravações foi o Gaeco. Por um período de três dias ficaram em Sorriso, na minha sala, ao lado”, disse o vereador para quem quisesse ouvir.

 

Sorriso 4

 

E foi mais longe: “Tenho certeza de que meu telefone está grampeado, assim como podem estar grampeados os telefones de muitos vereadores, muitos secretários, inclusive do prefeito”, disparou.

 

Sorriso 5

 

O secretário deu todo o enredo da investigação. Afirmou que a promotoria havia encaminhado o material para Cuiabá, a fim de fazer a degravação, o que poderia estar retardando o processo.



DEU NO RD NEWS: Escuta telefônica sobre propina pode comprometer ex-prefeito de Sorriso

 

     Numa das gravações telefônicas monitoradas pelo Gaeco, o ex-secretário de Indústria e Comércio de Sorriso, Santinho Augusto Salermo, e o vereador Francisco das Chagas Abrantes discutem a forma como eram cobradas as propinas que variavam de R$ 40 mil a R$ 500 mil para que o balancete da prefeitura fosse aprovado. O deputado licenciado e atual secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, ex-prefeito de Sorriso por três mandatos, é mencionado durante o episódio da entrega de um conjunto habitacional chamado Boa Esperança.

 


Santinho Augusto Salermo e Francisco das Chagas Abrantes  lembram de "acerto" de Zé Domingos

 

     Chagas diz que quando era vereador, votou a favor da entrega das casas. "O pessoal não pagou a colonizadora, não sei se tu lembra disso", diz ao secretário. Segundo ele, Zé Domingos teria feito um acerto com a construtora e mandou o projeto para a Câmara, para que fosse aprovado. "Votamos juntos", diz. Ele explica que, caso não fosse aprovado, o conjunto habitacional não conseguiria ser regularizado. Assim, Zé Domingos teria que pagar propina para conseguir o aval dos vereadores.

     O Gaeco prendeu nesta sexta (17) os vereadores Francisco das Chagas Abrantes, Gerson Luiz Frâncio e Roseane Marques de Amorim. Também foi para a cadeia a esposa de Chagas, empresária Filomena Maria Alves do Nascimento Abrantes. Todos são acusados dos crimes de formação de quadrilha e concussão contra a prefeitura. Chagas atua também como jornalista. Ex-presidente da Câmara Municipal, ele é apresentador do Jornal Cidade Alerta, da TV Sorriso (afiliada da Record).

     Segundo o Gaeco, o prefeito Clomir Bedin, O Chicão (PMDB), o secretário de Indústria e Comércio, Santinho Augusto Salermo, e o procurador do Município Zilton Mariano de Almeida, estavam sendo coagidos a pagar propina que variava de R$ 50 mil a R$ 500 mil, sob ameaça de reprovação das contas da prefeitura referentes ao exercício de 2009. Eles eram ameaçados ainda de sofrer investigação, através de CPI, a ser instaurada pela Câmara Municipal para apurar possíveis irregularidades na destinação de verbas da prefeitura à imprensa.

     Segundo o Ministério Público, a quadrilha era liderada pelo então presidente da Câmara, vereador e jornalista Chagas Abrantes, que direcionava as ações e os votos dos demais integrantes do grupo. Já o vereador Gerson Frâncio seria responsável pela intermediação nas negociações entre os Poderes. O caso foi revelado durante gravações em que Gerson aparece pedindo R$ 100 mil de propina em beneficio próprio. Já a vereadora Roseane exigiu um emprego para o namorado, conserto de seu veículo e pagamento de R$ 3 mil mensais por tempo indeterminado, a título de “mensalinho”. (Flávia Borges – RD NEWS)

 

Clique aqui e veja a origem da matéria. 
 
Revista MTaqui chega as bancas neste fim de semana



A capa da revista, com foto de José Medeiros, aborda a violência que explode em Cuiabá na esteirado narcotráfico.

A edição passa a limpo o FAP dando nomes aos bois. Toca na disputa pela prefeitura em Rondonópolis, que envolve Rogério Salles, Adilton Sachetti, Percival Muniz e o prefeito Zé Carlos do Pátio.  

Bota o dedo na ferida das denúncias feitas pelo senador paraense Mário Couto contra o presidente do DNIT, Luiz Pagot. Mostra como a cúpula do PT conseguiu implodir o partido em Mato Grosso. 

MTaqui publica opinião de Enock Cavalvanti e Mário Marques. Entra numa sala de aulas vazia pela greve dos professores estaduais e dá um banho de visual e informação sobre a Cavalhada em Poconé. 

Tem duas interessantes colunas com notas, alerta para a tragédia anunciada na reserva Marãiwatsede, na área da antiga fazenda Suiá-Missú e percorre a primeira Rodovia Verde de Mato Grosso. 

 E mais, dá detalhes sobre a mudança de endereço da Expoagro de Cuiabá, fala  do curso preparatório a distância que será implantado em julho e conta quem é seo Luiz, o caipira que bota os marqueteiros no bolso em Mato Grosso

Também trata de outros temas e tem boas ilustrações de Marco Antônio Raimundo, o Marcão do Studio 82.

A revista é coordenada e assinada pelo meu amigo Jornalista, o Brigadeiro Eduardo Gomes.

 

Idéia

Um tucano daqueles pomposos deu, dias atrás, uma “ideia brilhante” ao presidente estadual do PSDB Nilson Leitão. Ele sugeriu que Leitão faça um acordo com Silval Barbosa e passe a compor a base governista.

Idéia 2

A tese do tucano é a de que, como Silval Barbosa deverá eleger seu candidato ao governo em 2014 – e até agora não há nenhum nome forte na base -, Nilson Leitão poderia ser este candidato do governo.

Idéia 3

O presidente do PSDB quis ouvir a “ideia” até o seu final. E deu o vaticínio. “Depois, nós todos aproveitamos e damos um tiro na cabeça”, afirmou Leitão, sem muita paciência com o interlocutor.

Em baixa

Aumentaram os riscos de o envolvimento do nome de Carlos Abicalil no “caso dos aloprados” tirar-lhe o cargo que esperava por ele na articulação política no governo Dilma. (Diário de Cuiába)



Quem colheu mais uma primavera, é o empresário e suplente de senador, Cidinho, que em 19 de Junho, completou mais um ano de vida.
Parabéns e muitas felicidades, são os desejos da coluna. 
 
 

Aloprados

O candidato derrotado ao Senado na eleição de 2010, Antero Paes de Barros (PSDB), chamou o diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, de “aloprado”.

Aloprados 2

O termo é relacionado a pessoas ligadas ao PT que foram presas em 2006 negociando um dossiê sobre o ex-candidato à Presidência, José Serra (PSDB).

Aloprados 3

Antero “sugeriu” à presidente Dilma Rousseff para se “livrar” de três “aloprados” de seu governo: “Mercadante, Pagot e Abicalil”, este também candidato derrotado ao Senado.(Diário de Cuiabá)

Preocupação

E o PSD continua tirando o sono de muitos partidos por aí. Hoje é a vez do PP se reunir para definir linha de ação em relação ao assunto. Já está definido que os filiados receberão uma intimação para se definirem logo. Ou seja, quem pretende se desfiliar para ir ao PSD que o faça logo. Além disso, o presidente da comissão provisória do PP, Deucimar Silva, avisa: quem for, vai sabendo que não terá volta. Mesmo assim, o PP não pretende reclamar cargos.  (A Gazeta)

O pai

Tramita na Câmara projeto de lei complementar que visa, literalmente, identificar o "pai da matéria". O projeto determina a identificação do nome do autor da proposta no texto que for sancionado ou promulgado. Isso vale para qualquer proposição, como as propostas de emenda à Constituição



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